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11 de setembro de 2016

Marsala Superiore Riserva Oro DOP


Seguindo na minha busca por "boa litragem", provei esse delicioso vinho fortificado Marsala doce do produtor Cantine Pellegrino, da Província de Trapani, na região de Marsala, pertencente à Sicília, na Itália.

Para saber mais sobre esse tipo de vinho, leia o artigo MARSALA: o exuberante vinho fortificado italiano.

Vinho elaborado com as uvas Grillo e Catarratto, a fermentação ocorre a uma temperatura controlada de 18° C a 20° C, e é interrompida com a adição de aguardente velha, permanecendo  por pelo menos mais cinco anos em tonéis de carvalho, e depois é envelhecido por mais 4 anos em tonéis de carvalho da Eslovênia, e pelo menos mais 6 meses em barris de carvalho.

Um vinho que leva quase 10 anos para ser produzido.

De coloração dourada (daí o nome "Oro") com reflexos âmbar, com aromas complexos de frutas cristalizadas, damascos e figos secos, laranja, baunilha e mel. De sabor doce, quente, cheio e final persistente.

"Vinho de meditação" (para ser apreciado sozinho) ou "vinho aperitivo" (para ser servido antes ou entre as refeições), harmoniza muito bem com bolos de frutas, queijos duros e picantes.

Literalmente, é um "néctar dos Deuses", para ser apreciado aos pouquinhos e lentamente.

À venda na Wine.com por R$ 99,00.

8 de setembro de 2016

MARSALA: O exuberante vinho fortificado italiano


Marsala é um vinho que pode ser seco ou doce, produzido na região em torno da cidade italiana de Marsala, na Sicília, e recebeu o status de Denominazione di Origine Controllata (DOC) em 1969.

Fonte: On The World Map

Enquanto os locais se beneficiam consumindo o Marsala Vintage, o vinho produzido para exportação é fortificado (recebe adição de conhaque ou aguardente vínica depois da fermentação), tal qual os mundialmente conhecidos vinhos Porto, Jerez (Xerez ou Cherry) e Madeira, podendo conter álcool de 15% a 20% em volume. 

Diferentes vinhos Marsala são classificados de acordo com sua cor, doçura e a duração do seu envelhecimento:

De acordo com a cor:
  • Oro (ouro) tem uma cor dourada;
  • Ambra (âmbar) tem uma cor âmbar, e essa coloração vem do edulcorante "Mosto cotto" adicionado ao vinho;
  • Rubino tem uma cor rubi.


De acordo com a doçura:
  • seco: com um máximo de 40 gramas de açúcar residual por litro;
  • semi seco: de 41 até 100 gramas de açúcar residual por litro; e 
  • doce: mais de 100 gramas de açúcar residual por litro.


De acordo com o tempo de envelhecimento:
  • Fina: tem envelhecimento mínimo, tipicamente de menos de um ano.
  • Superiore: envelhecido por pelo menos dois anos.
  • Superiore Riserva: envelhecido por pelo menos quatro anos.
  • Vergine e/o Soleras: envelhecido por pelo menos cinco anos.
  • Vergine e/o Soleras Stravecchio e Vergine e/o Riserva Soleras: vinho preciosos, são envelhecidos por pelo menos dez anos.


Marsala é produzido usando as variedades de uvas brancas Grillo, Catarratto, Inzolia e Damaschino para o Marsala Oro (ouro) e Ambra (âmbar), e as uvas tintas Pignatello, Calabrese, Nerello Mascalese e Nero d'Avola para o Marcala Rubino (rubi).

Os sabores mais comuns dos vinhos Marsala são damasco, baunilha, tamarindo, açúcar mascavo e fumo.

Fonte: Wine Folly

Se tiver a oportunidade de experimentar Marsala de alta qualidade, vai se surpreender com uma maior gama de aromas e sabores como cereja tipo morello (não encontrada no Brasil), maçã, frutas secas, mel, tabaco, noz e alcaçuz.

Harmonização: 

O vinho Marsala era tradicionalmente servido como aperitivo entre o primeiro e segundo pratos de uma refeição. Atualmente, as versões mais secas do Marsala são servidas a uma temperatura fresca com queijo parmesão (Stravecchio), Gorgonzola, Roquefort, e outros queijos picantes, com frutas ou doces. E as versões mais doce são servidas à temperatura ambiente como um vinho de sobremesa. 

E atenção, agora que você já conhece o Marsala, não vale confundir o com um outro vinho de sobremesa da Sicília, o "Passito di Pantelleria", vinho doce de uvas passificadas da Ilha de Pantelleria.

5 de setembro de 2016

Viagem enogastronômica pelo Norte da Itália

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Cris Spinola Faria
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Uma pessoa muito querida, Renata Itria, irá visitar a Itália no mês de Outubro, e pediu para que eu escrevesse um artigo indicando os pratos típicos da culinária italiana, e os melhores vinhos.

Missão difícil essa, porque na Itália é tudo muito regionalizado, e o que é produzido e consumido em uma região, não é visto em outra. 

Exemplo disso, é que o grande vinho Barolo produzido no Norte da Itália, na região do Piemonte, não é encontrado na Toscana, na Itália Central. Na verdade eu procurei e não achei nem nos restaurantes e nem nas lojas, e os toscanenses se sentiam ofendidos por eu estar na Toscana procurando por um Barolo. "Na Toscana nós temos um vinho ainda melhor, que é o Brunello..." eles diziam.... E o grande vinho Brunello di Montalcino, produzido na Toscana, bem, esse também não é encontrado nem no Piemonte, ao Norte, e nem na Sicília, ao Sul.

E a mesma regra vale para a culinária: cada região da Itália tem o seu próprio estilo e seus próprios pratos típicos.

Sorte da Renata que depois que eu retornei da Itália eu fiz um curso de Enogastronomia italiana, e aprendi algumas coisinhas que podem ajudar nas próximas idas àquele país tão extraordinariamente extraordinário.

E começaremos, então, a nossa jornada gastronômica pela região Norte da Itália:


CULINÁRIA DA LIGURIA: região entre terra e mar, culinária caracterizada por peixes e ervas, e os pratos são a base de Pesto:
  • TORTAS COM VERDURAS - PISCIALANDREA 
  • FOCACCIA 
  • BIANCHETTI, PESCI LUNA, BACCALA 
  • FARFALE AL PESTO DI SEDANO 
  • PANSOTTI ALLA SALSA DI NOCCI
Piscialandrea di Oneglia

CULINÁRIA DO PIEMONTE: considerada a mais refinada da Itália, com fortes vínculos com a culinária francesa, e caracterizada pelo uso do toucinho, da manteiga, verduras cruas, grande variedade de queijos, do alho, das trufas e do arroz. Os pratos  mais emblemáticos são: 
  • BAGNA CAUDA 
  • VITELO TONATO 
  • TIRAMISU 
  • BONET 
Tiramissu

CULINÁRIA DO VAL D’AOSTA: região muito isolada, vive às custas de produtos locais e a culinária é à base de sopas, carnes, produtos selvagens, manteiga, com pouco ou nenhum uso de massas ou de óleo. Os pratos típicos são:
  • SFORMATO DI PATATE 
  • ZUPPA VALTOSTANA 
  • CARBONADE 
  • FONDUTA 
  • MONTBLANC 
Carbonade Valdostana

Mont Blanc

CULINÁRIA DA LOMBARDIA: território amplo com muitas sub-regiões com vários elementos em comum como laticínios, carne suína e bovina, arroz e milho. Os pratos típicos dali são:
  • RISOTO ALLA MILANESA 
  • BOLITO MISTO 
  • PIZZOCHERI POLENTA E OSEI 
  • TORRONE 
Risoto alla Milanesa

CULINÁRIA DO TRENTINO ALTO ADIGE: região muito pouco conhecida, até hoje baseada em sopas e frios (San Danielle e Speck). Pratos típicos:
  • AFFETATTI 
  • PANADA 
  • TIRTLEN 
  • MINESTRA DI FAGIOLI 
Panada


CULINÁRIA DO VENETO: Mar e terra se juntam em pratos com uso de bacalhau, arroz, vísceras como o figado e a clássica polenta. Os pratos emblemáticos dessa região são: 
  • BACCALA ALLA VICENTINA 
  • RADICHIO 
  • CAPESANTA ALLA VENEZIANNA 
  • FEGATO ALLA VENEZIANNA 
Baccala alla Vicentina


CULINÁRIA DA EMILIA: É considerada a mais tradicional e generosa de toda Itália, resultado de 8 séculos de influência e dominação regional da cozinha bolonhesa. Região das massa recheadas e dos molhos abundantes com tomate e carne. Pratos típicos:
  • RAGU ALLA BOLOGNESA 
  • ANOLINI 
  • TAGLIATELLI 
  • TORTELLI DI MAGRO 
  • TORTELLINNI IN BRODO 
Ragú alla Bolognese



CULINARIA DA ROMANA: Região muito pobre e rural com comidas simples a base de raízes “contadini”, massa caseira fresca sem ovos e com vegetais. Os pratos mais emblemáticos são: 
  • STROZZAPRETI 
  • GARGANELLI 
  • PIADINA 
  • BRODETTO
Strozzapreti con Pomodoro fresco

Mas... e os vinhos?

Se quiser trazer algumas preciosidades para casa, o "ouro líquido" do Norte da Itália, seguem as minhas sugestões:

Da região do Piemonte traga os vinhos Barbera d'Asti ou Barbera d'Alba DOCG (os frisantes são deliciosos) e o vinho Barolo DOCG, considerado um dos melhores vinhos tintos do mundo, com potencial de guarda de até 50 anos. 

E do outro lado, da região do Vêneto, traga o vinho Amarone della Valpolicella DOCG (que eu particularmente amo) e o espumante Prosecco Conegliano DOCG ou Prosecco Daldobbiadene DOCG.

Mas se quiser conhecer algumas uvas e alguns tipos diferentes de vinhos (e que em sua grande maioria não chegam por aqui), e quiser escolher entre tantas novidades um ou alguns rótulos que lhe agradem, bem, são muitas uvas autóctones na Itália, muitos tipos de vinhos e muitos muitos muitos produtores para experimentar.

O que se pode fazer para não se perder é focar nos principais vinhos produzidos com as principais uvas de cada região. E aqui vai uma mapa riquíssimo sobre o assunto:

Fonte: Wine Folly

Salve esse "super mapa" no seu celular e consulte quantas vezes for preciso.

Fora isso, o melhor conselho que eu já recebi, e que eu acho que posso passar adiante, é prove os pratos típicos da região com os vinhos típicos da região. Essa combinação não vai ter erro. E na Itália, como os italianos: seja tradicional e prove os Vinos di Tavola nos restaurantes.

E quando for às compras, atenção às nomenclaturas:
  • I.G.T. significa "indicação geográfica típica" e é a nomenclatura utilizada para dizer que o vinho (assim como o queijo, o azeite, o Crema Aceto Balsamico etc) foi produzido em uma determinada região geográfica (geralmente mais ampla), sob a regulamentação e regras de produção daquela região, garantindo tipicidade ao produto. Os vinhos feitos com uvas internacionais (não autóctones) como Merlot e Chardonnay muitas vezes se enquadram nesta categoria;
  • D.O.C. significa "denominação de origem controlada" e é a nomenclatura utilizada para dizer que o vinho foi produzido em uma determinada região geográfica mais restrita e com regras ainda mais específicas (essa denominação vale também para o queijo italiano, tipo o Parmigiano Reggiano ou o Pecorino);
  • D.O.C.G. é o nível mais alto da classificação italiana e quer dizer "denominação de origem controlada e garantida".

Por hoje era só, e no próximo artigo abordaremos a Itália Central.

2 de setembro de 2016

Soave, um dos grandes vinhos brancos da Itália

Fonte: Consorzio di Tutela del Soave

Soave é considerado um dos grandes vinhos brancos da Itália, feito principalmente com a uva Garganega e em menor escala com a uva branca Trebbiano di Soave, e é produzido desde a era Romana no entorno da vila medieval de mesmo nome, Soave, situada na Região do Vêneto, no Norte da Itália, ao lado da cidade de Verona.



A uva Garganega não é muito aromática, mas exibe uma pequena gama de aromas facilmente identificáveis como amêndoas e flores brancas. De amadurecimento tardio, possui pele (casca) bem grossa e dura de um amarelo profundo beirando o vermelho quando madura. Não possui acidez elevada, e é bastante equilibrada em termos de aromas de frutas a açúcares.

Já a uva Trebbiano di Soave é a uva tradicionalmente cultivada na Região, mas que foi gradualmente cedendo lugar à uva Garganega, bem mais exuberante. Nos últimos anos, contudo, a uva Trebiano di Soave tem se revelado a uva ideal para ser combinada com a Garganega, em novos perfis enológicos do dito vinho "Soave do futuro", mesclando sua vivacidade picante com a estrutura típica e densidade da Garganega.

A região vem crescendo e a qualidade dos seus vinhos está cada vez melhor, mas ainda assim é bastante desvalorizada e os vinhos Soave podem ser adquiridos a um baixo custo no mercado.

O vinho Soave é conhecido por seus aromas de pêssego, melão, raspas de laranja, manjerona doce e um toque sutil de salinidade, bem como sua capacidade de melhorar com a idade.:

Fonte: Wine Folly


Os vinhos mais simples e econômicos muitas vezes apresentam um sabor de amêndoa verde amarga no paladar.

Tem corpo leve e seco, tal como os vinhos produzidos com as uvas Sauvignon Blanc ou Pinot Grigio, e muitas vezes apresenta um toque extra de oleosidade suave, que acrescenta um pouco de estrutura e força ao vinho.

Basicamente, são dois estilos de vinho Soave: 
  • um estilo simples e mais magro, geralmente envelhecido em tanques de aço inoxidável, sob a apelação de Soave DOC; e
  • e um estilo mais rico e mais complexo, dos vinhos envelhecidos em barris de carvalho, sob as apelações de Soave Superiore DOCG e Soave Classico DOC. 

 

E há ainda o bem menos conhecido vinho espumante, sob a apelação Soave Spumante DOC, de produção e comercialização bem pequenas.

Vale muito a pena investir em um rótulo de qualidade com cerca de 5 anos de idade, e descobrir e se surpreender com aromas de marmelada, mel, sementes de funcho e limão.

Harmoniza muito bem com a rica culinária italiana à base de frutos do mar.

Se ainda não provou esse vinho delicioso, de excelente relação custo versus qualidade, experimente!

18 de agosto de 2016

Vinho Montepulciano D'Abruzzo DOC


Uma da regiões mais antigas da Itália, Abruzzo é a quinta maior região produtora de vinhos no país, conhecida principalmente pelo vinho tinto Montepulciano d'Abruzzo DOC, produzido com a uva Montepulciano, e também pelo vinho branco Trebbiano d'Abruzzo DOC, feito com a uva Trebbiano.


Para se ter uma ideia, a produção anual de vinhos da região de Abruzzo é duas vezes maior que a produção da famosa região da Toscana, muito embora Abruzzo tenha cerca de metade da área de vinhedos cultivados.

O vinho tinto Montepulciano d'Abruzzo é o símbolo da região de Abruzzo, e também é um dos vinhos italianos mais comercializados em todo o mundo em razão da excelente relação qualidade e preço.

Até pouco tempo atrás o Montepulciano d'Abruzzo era rotulado como "vinho tinto de preço baixo amigo da pizza". Felizmente vários produtores têm investido e conseguido mostrar o potencial surpreendente desta uva produzindo vinhos de qualidade superior e que são melhor apreciado após 4 ou mais anos de envelhecimento.

A uva Montepulciano, que dá origem aos vinhos tintos dessa região, é a segunda uva tinta mais plantada na Itália, depois da Sangiovese.

Tem cor rubi intensa e profunda, baixa acidez e taninos doces, dando ao vinho delicado aroma frutado e leve acidez, que faz com que seja bom se consumido ainda jovem mas que também pode ser degustado com 5 até 10 anos de vida.

A imagem abaixo ilustra bem os aromas de ameixa vermelha, orégano, cereja azeda, amora e alcatrão, bem como as características básicas (níveis de fruta, corpo, tanino, acidez e de álcool) que podem ser esperados de um vinho feito com Montepulciano:



E a denominação do vinho muda de acordo com o percentual mínimo da uva Montepulciano na bebida: 

  • Montepulciano d'Abruzzo DOC (mínimo de 85% ); 
  • Montepulciano d'Abruzzo Colline Teramane DOCG (mínimo de 90%); e 
  • Controguerra Rosso DOC (mínimo de 60%)

Por ser um vinho de corpo médio e de acidez média a alta, combina uma gama ampla de alimentos e pratos. No entanto, os sabores de ervas e tabaco com tanino aderente combina bem como alimentos mais ricos, mais salgados e gordurosos. 

Por isso a fama (merecida) de vinho amigo da pizza!!! Eu eu aproveito, claro!!!



Se ainda não conhece esse vinho, vale a pena conhecer. Eu particularmente gosto bastante, especialmente para acompanhar as refeições.

14 de agosto de 2016

Dante Alighieri Montepulciano d'Abruzzo DOC 2014

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Cris Spinola Faria
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Domingo é dia de pizza!!!

E para fechar o fim de semana com chave de outo e acompanhar a pizza, escolhi um delicioso vinho tinto Montepulcino d'Abruzzo DOC, do grande produtor Grupo Castellani, feito com 100% da uva Montepulciano, comprado na Evino.com por R$ 39,00.

De coloração rubi com reflexos granada, apresenta aromas marcantes de ameixas e groselhas e floral. DE corpo médio, na boca tem boa presença de acidez e de taninos, com final médio.

Harmoniza bem com carnes vermelhas, massas com molho vermelho, queijos curados, risotos.

E combina com pizza!!!


Vinho gostoso, excelente relação custo x benefício.

13 de agosto de 2016

Corte Baroni Montepulciano d'Abruzzo DOC 2014

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Seguindo no fim de semana, provei mais um delicioso vinho tinto Montepulcino d'Abruzzo DOC, do produtor Castellani - Corte Baroni, da Região de Abruzzo, na Itália, feito com 100% da uva Montepulciano, comprado na Evino.com por R$ 48,00.

De coloração rubi intenso, apresenta aromas fragrantes de frutas vermelhas, floral e especiarias, com destaque para pimenta negra. Na boca é encorpado e frutado, com boa presença de taninos e leve acidez, com final médio.

Harmoniza bem com carnes vermelhas, massas com molho vermelho e queijos curados.

Vinho gostoso, excelente relação custo x benefício.

12 de agosto de 2016

Caleo Montepulciano d'Abruzzo DOC 2013

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Delicioso vinho tinto Montepulcino d'Abruzzo DOC, do produtor Boter Carlos & Cia. Spa, da Região de Abruzzo, na Itália, feito com 100% da uva Montepulciano, comprado na Wine.com por R$ 60,00.

De coloração rubi com reflexos violáceos, apresenta aromas fragrantes de frutas vermelhas maduras,. Na boca é encorpado e frutado, com boa presença de taninos e leve acidez, com final médio.

Vinho gostoso, excelente relação custo x benefício.

Atenção Enófilos iniciantes:

Não confundir o vinho Montepulciano d'Abruzzo DOC feito na região de Abruzzo com pelo menos 85% da uva Montepulciano, com o Vino Nobile de Montepulciano e o Vino Rosso de Montepulciano, feitos em Montepulciano, na Toscana, com as uvas Prugnolo Gentile (no mínimo 70%); Canaiolo Nero (de 10 a 20%); e outras (de 0% a 20%).

24 de julho de 2016

Fiano di Avellino 2013, Mastroberardino

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"Fiano di Avellino" é um tipo de vinho branco DOCG produzido na província de Avellino, na Região de Campania, na Itália, feito predominantemente com a uva Fiano, na proporção de no mínimo 85% podendo chegar a 100%. Pode levar também, mas em menores proporções, a uva Greco (de 0% a 15%), a uva Coda di Volpe (de 0% a 15%) ou a uva Trebbiano Toscano (também na proporção de 0% a 15%).

A área de produção do DOCG abrange 27.600 ha, está incluída em parte no parque regional do Partenio e é constituída pela planície de Serino e uma altitude montanhosa prolongado de entre 300 e 600 m acima do nível do mar, limitada a oeste pela cadeia montanhosa de matricária, a leste pela Terminio-Tuoro Grupo.

A indicação da denominação de origem controlada e garantida "Fiano di Avellino" pode ser acompanhada do termo tradicional de origem clássica Apianum.

Com regras rígidas de produção, para as novas plantações e replantações, a densidade não pode ser inferior a 2500 plantas por hectare, excluindo-se todas as vinhas do vale úmido e não ensolarado. As únicas vinhas permitidas são as verticais; é proibida a prática de forçar; e todas as operações de vinificação deve ser realizada na província de Avellino.

As características organolépticas básicas desse tipo de vinho são:

Cor: amarelo palha intenso ou de média intensidade;
Aroma: elegante, intenso, característico;
Sabor: fresco, harmonioso e rico em aromas de frutas secas;
Acidez total: 5,0 g por litro.

Harmoniza bem com pratos de massas à base de peixe, marisco, camarão, polvo, peixe assado, queijo fresco e carne branca.

Adquirido na Mistral, por R$ 168,00.

Vinho super interessante, com baixa acidez, aromas e sabores acentuados e encorpado, é diferente de todos os brancos que eu já havia provado.

26 de junho de 2016

Giacondi Rosso Vino D'Italia

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O Giacondi Rosso Vino D'Italia, que se enquadra na classificação genérica de Vino da Tavola (não traz no rótulo a indicação da casta da uva, da safra e da região onde foi produzido), é mais uma boa opção de vinho econômico e gastronômico para você degustar acompanhando as suas refeições, sem compromisso.

Produzido pela MGM Mondo del Vino, vinícola fundada em 1991, com produção anual de cerca de 25 milhões de garrafas, que exporta para mais de 40 países em todo o mundo, e que está entre as 15 maiores e principais exportadoras de vinho italiano.

Coloração vermelho rubi intenso, aromas de frutas vermelhas maduras, de corpo médio, com boa acidez e presença de taninos que harmonizaram muito bem com a nossa pasta ao molho Bolognese.

Gostei do vinho, entregou o que prometeu.

Degustado em 26/06/2016, São Paulo - SP.
Produtor:
MGM Mondo del Vino
Vinho:
Giacondi
Uva(s):
--x--
Safra:
--x--
País:
Itália
Região:
--x--
Fechamento:
Rolha de cortiça
Preço:
R$ 34,00
Comprado em:
Minha Avaliação:
(de * a *****)
***
Notas e observações:
Bom vinho, econômico e gastronômico.

Giacondi Sangiovese Rubicone IGT 2014

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Cris Spinola Faria

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O Giacondi Sangiovesi Rubicone IGT é uma boa opção de vinho econômico e gastronômico para você degustar acompanhando as suas refeições, sem compromisso.

Produzido pela MGM Mondo del Vino, vinícola fundada em 1991, com produção anual de cerca de 25 milhões de garrafas, que exporta para mais de 40 países em todo o mundo, e que está entre as 15 maiores e principais exportadoras de vinho italiano.

Coloração vermelho rubi intenso com reflexos violáceos, aromas de frutas vermelhas e florais, de corpo médio, com boa acidez e presença de taninos que harmonizaram muito bem com a nossa pasta ao molho Bolognese.

Gostei do vinho, entregou o que prometeu.

Degustado em 26/06/2016, São Paulo - SP.
Produtor:
MGM Mondo del Vino
Vinho:
Giacondi
Uva(s):
Sangiovese
Safra:
2014
País:
Itália
Região:
Rubicone IGT
Fechamento:
Rolha de cortiça
Preço:
R$ 37,00
Comprado em:
Minha Avaliação:
(de * a *****)
***
Notas e observações:
Bom vinho, econômico e gastronômico.