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3 de setembro de 2016

Dádivas Pinot Noir 2013, Lidio Carraro. Delicioso Pinot Noir nacional

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Cris Spinola Faria
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A uva Pinot Noir é uma uva complexa, nobre e delicada, de casca fina e sensível, suscetível a todo tipo de danos causados por granizos, insetos, aves, tempestades, insolação etc, de maturação temprana em relação às outras uvas, e que precisa ser cultivada em condições climáticas ideais. Justamente por isso a Pinot Noir é considerada uma uva cara, e não é plantada em muitas regiões pelo mundo.

Originária da região de Borgonha, no sudeste da França, onde é cultivada com exclusividade (a Pinot Noir é a única uva tinta permitida na Borgonha, cujos vinhos tintos são varietais ou monovarietais feitos 100% com a casta Pinot Noir).

É também uma das principais uvas cultivadas na região do Champagne, onde, juntamente com as uvas Chardonnay e Petit Meunier, produz o espumante mais famoso do mundo.

Uva nobre!

A Pinot Noir produz vinhos tintos elegantes, frutados e com poucos taninos, e que quase nunca estagia em barricas de carvalho, o que resulta em uma bebida leve, fresca, muito agradável, fácil de beber e de harmonizar com uma enorme variedade de pratos, e que vão de frutos do mar a carne vermelha de caça, a depender do corpo do vinho.

E aqui no Brasil, o produtor Lidio Carraro Vinícola Boutique, da região do Vale dos Vinhedos (RS), a primeira região brasileira com indicação geográfica reconhecida, "acertou a mão em cheio" no cultivo dessa uva, e está produzindo esse rótulo de muito bom gosto e excelente qualidade.

Vinho produzido com uvas Pinot Noir cultivadas em Encruzilhada do Sul, no Vale do Rio Pardo (RS), com fermentação em tanques de aço inox e sem estágio em barricas ou em garrafa. Apresenta coloração vermelho rubi translúcido, aromas de frutas vermelhas, florais, de especiarias doces e frutas secas. Na boca tem corpo médio, fresco e vivo, boa acidez bem equilibrada com os taninos discretos e macio, e persistência longa. Capacidade de guarda de 5 anos.



Vinho bem pontuado e premiado:

  • 17 pontos na avaliação do site Jancis Robinson;
  • 91 pontos na Decanter Magazine, por Steven Spurrier;
  • Venceu vinhos franceses, ingleses e argentinos em degustação às cegas realizada pela Sabores de Baco, e foi o 1º colocado no ranking dos vinhos avaliados.

Excelente vinho nacional, que muito bem expressa toda a tipicidade dessa uva tão elegante.

E o melhor de tudo, é o preço! Comprei por R$ 60,00 no Empório Net Drinks.

Não vejo a hora de degustar o Dádivas Pinot Noir das safras 2014 e 2015.

31 de agosto de 2016

Pizzato DNA99 Merlot Single Vineyard 2011. Grande vinho!

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A uva Merlot, casta mais cultivada na França, que é equilibrada e produz vinhos bem balanceados, é a uva que está se dando muito bem e está se destacando aqui no Brasil, no Sul do país, mais especificamente na região do Vale dos Vinhedos D.O., a primeira região de Denominação de Origem do Brasil.

Se quiser saber mais sobre a uva Merlot, leia o artigo MERLOT, A UVA EQUILIBRADA que eu publiquei há algum tempo.

Pois bem. 

A adaptação dessa uva por aqui está indo tão bem, que há quem defenda que a Merlot está se tornando a uva emblemática dos vinhos brasileiros, assim como a Malbec é a uva da Argentina; a Carménère é a uva do Chile; e a Tannat é a uva do Uruguai.

Esse sucesso da uva Merlot no Brasil se deve, em parte, às condições climáticas e do solo da região, conhecida por seus altos índices de chuva, que variam de safra para safra e que, nos anos mais chuvosos prejudica variedades como a Pinot Noir, de casca fina e muito sensível, e como a Cabernet Sauvignon, de colheita tardia. A Merlot, no entanto, tem algumas características que a fazem resistir melhor a condição climática, pois é mais resistente e amadurece mais cedo que a maioria das outras variedades tintas, o que permite que a colheita seja feita antes dos períodos de maior incidência de chuva.

E de outra parte, por conta da expertise, do Know-how dos produtores nacionais, que vêm acumular décadas de conhecimento sobre a relação da uva com o terroir, e de experiência em vitivinificação, combinado as técnicas adequadas de produção de vinho, gerando produtos de excelente qualidade.

Um dos exemplos da excelente qualidade e expressividade da uva Merlot brasileira pode ser encontrada nesse rótulo do produtor Pizzato.

Edição limitadíssima, pois por enquanto, foram produzidos apenas dois lotes desse vinho: Safra 1999 e Safra 2011 (5.400 garrafas).



Vinho fermentado e macerado em tanques de aço inoxidável por 16 dias; 9 meses de estágio em barrica de carvalho francês novo (de primeiro uso), seguido de estágio em garrafa nas caves, antes da comercialização. 

Apresenta cor vermelho rubi intenso com reflexos violáceos, aromas de frutas vermelhas flambadas, geleia, especiarias doces, baunilha e ameixas secas. No paladar é um vinho encorpado e equilibrado, com boa persistência.

Vinho premiado e super bem pontuado pelos maiores críticos especializados:
  • 93 pontos Decanter Magazine (Steven Spurrier);
  • 93 pontos Weinwirtschaft (Alemanha);
  • 92 pontos Guia Adega de Vinhos do Brasil 2013/2014;
  • Wine enthusiast highlighted as “Top Brazilian Wine/Sparkling”;
  • “Best Brazilian Wine” among reds, whites and sparklings at Guia Adega de Vinhos do Brasil 2013/2014;
  • 90 pontos Guia Adega de Vinhos do Brasil 2012/2013;
  • 17.5 pontos Purple Pages (Jancis Robinson);
  • “Best Brazilian Wine” at “Top Ten Brazilian Expovinis 2011”;
  • “Best Brazilian Still Wine at “Top 6 Brazil” at Decanter Magazine.

Depois de aerado por 30 minutos a 01 hora, os aromas se abrem e se revelam ainda mais e o vinho fica complexo e poderoso.

Vinho muito bom, delicioso, para degustar bem lentamente, torcendo para não acabar.

23 de julho de 2016

Vinícola Guaspari, Vale da Pedra Syrah 2015

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A nova, ainda pequena mas surpreendente Vinícola Guaspari, sedeada em Espírito Santo do Pinhal - SP, a 188km da Capital, com seus vinhedos plantados em diferentes terroirs ao longo de nada mais que 50 hectares, já desponta no cenário mundial como a produtora de um dos melhores vinhos da América do Sul, e que eu particularmente gosto bastante:

  • o vinho tinto VISTA DO CHÁ SYRAH 2012 ganhou Medalha de Ouro no concurso Decanter World Wine Awards 2016, promovido pela revista inglesa especializada Decanter; e 
  • o vinho tinto VISTA DA SERRA SYRAH 2012 ganhou Medalha de Prata na 9ª Edição da Competição Internacional Syrah du Monde 2015, organizado pela Associação Forum D'Enologiem na França; e ganhou Medalha de Bronze no Decanter World Wine Awards 2016.

Impressionante, não?

E o "Vale da Pedra" surge como o mais novo vinho tinto da Vínícola Guaspari, concebido para ser o "vinho de entrada" ou o "segundo vinho" da casa.

Degustando o Vale da Pedra no Lago de Espírito Santo do Pinhal - SP, bem ao lado da Vinícola Guaspari.
De acordo com informações do produtor, o nome e o rótulo do Vale da Pedra remetem aos granitos existentes no solo onde estão plantadas as vinhas, fazendo menção às características geológicas da região, marcada por formações rochosas e terreno granítico, a uma altitude de 1.125 metros na Serra da Mantiqueira.

O ciclo de maturação e vindima das uvas é invertido: em vez de a colheita ocorrer na primavera/verão ocorre no outono/inverno, o que é possível com a dupla poda (uma primeira poda de formação imediatamente após a colheita e uma segunda poda, de produção). 

Essa inversão propicia às uvas um tempo maior de maturação e em condições climáticas ideais, quando os dias são mais secos e ensolarados e as noites, mais frescas, o que faz com que a qualidade das uvas seja bem melhor do que aquelas colhidas na estação mais quente e chuvosa.

Vinho de coloração rubi intensa, apresenta aromas de frutas vermelhas maduras com um toque discreto de chocolate, adquirido em razão do estágio de 6 a 8 meses do vinho em barricas de carvalho francês de segundo uso, de corpo médio, presença de muitos taninos de boa qualidade, e de final médio.

Não é o vinho que eu mais gosto da Guaspari, mas é um bom vinho nacional, é um bom Syrah, e eu enalteço sempre e o quanto posso os esforços dos produtores nacionais - e da Vinícola Guaspari em particular - de produzirem bom vinhos, de qualidade superior. 

Mas com uma produção tão pequena e primorosa, o preço desse vinho acaba parecendo caro se comparado com outros vinhos de qualidade similar produzidos em outras partes do mundo, evidentemente em maior escala e com um custo bem menor.

Então não comparem os preços. 

E se perguntarem se o Brasil faz bons vinhos, responda que sim, e que fazemos bons vinhos inclusive  no Estado de São Paulo :-)

Degustado em 23/07/2016.
Espírito Santo do Pinhal - SP.
 
Produtor:
Vinícola Guaspari
Vinho:
Vale da Pedra
Uva(s):
Syrah
Safra:
2015
País:
Brasil
Região:
Espírito Santo do Pinhal - SP
Fechamento:
Rolha de cortiça aglomerada
Preço:
R$ 75,00
Comprado em:
Vinícola Guaspari
Minha Avaliação:
(de * a *****)
***
Notas e observações:
Gostei, um bom Syrah brasileiro.

22 de julho de 2016

Vinícola Estrada Real, Primeira Estrada Syrah 2014

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Estávamos no restaurante Opção Trattoria em Espírito Santo do Pinhal - SP, e às voltas com o nosso pedido, analisamos a Carta de Vinhos e decidimos dar preferência aos vinhos nacionais.

Acabamos escolhendo esse vinho até então desconhecido, da Vinícola Estrada Real, "produzido e engarrafado pela Agropecuária Guaspari", feito a partir de uvas Syrah cultivadas na Região cafeicultora de Três Corações - MG.

Tremendo achado!

O Primeira Estrada (nas versões Tinto e Rosé) é o primeiro vinho da vinícola Estrada Real, e o Tinto que eu provei surpreendeu positivamente.

De acordo com informações obtidas diretamente no site do produtor, o ciclo de maturação e vindima das uvas é invertido: em vez de a colheita ocorrer na primavera/verão ocorre na estação inversa, no outono/inverno, o que garante às uvas um tempo maior de maturação e em condições climáticas ideais, quando os dias são mais secos e ensolarados e as noites, mais frescas, o que faz com que a qualidade das uvas seja bem melhor do que aquelas colhidas na estação quente e chuvosa.

Vinho de cor rubi intenso, aromas de frutas negras maduras, pimenta do reino e um leve tostado, que indica passagem do vinho em barricas de carvalho, que apesar de fragrante é agradável e não se sobrepõe aos aromas de frutas.

Degustado em 22/07/2016.
Espírito Santo do Pinhal - SP.
Produtor:
Estrada Real
Vinho:
Primeira Estrada tinto
Uva(s):
Syrah
Safra:
2014
País:
Brasil
Região:
Três Corações - MG
Fechamento:
Rolha de cortiça aglomerada
Preço:
R$ 86,00
Comprado em:
Restaurante Opção Trattoria
Minha Avaliação:
(de * a *****)
***
Notas e observações:
Gostei, um bom Syrah nacional. Provaria outras safras.

17 de julho de 2016

Espumantes Pizzato Brut Branco e Pizzato Brut Rosé

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Recentemente eu tive a oportunidade de degustar dois vinhos da vinícola Pizatto nas aulas do curso WSET 2, produtor que até eu então eu não conhecia, e foi uma grata surpresa.

No curso provei o Pizatto Chardonnay 2014 e o Espumante Pizatto Brut Rosé, e gostei bastante.

A vinícola Pizzato está localizada no Município de Santa Lucia, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves - RS.

Do ano de 2006 a 2008 os seus vinhos ostentaram a Indicação Geográfica IPVV (Indicação de Procedência Vale dos Vinhedos), e desde 2009 até o momento passaram a ostentar a Indicação Geográfica DOVV (Denominação de Origem Vale dos Vinhedos).

Interessei-me pela vinícola, claro, e comprei todos os rótulos disponíveis em uma adega próximo à minha casa:


A linha de vinhos é bem maior, mas esses foram os rótulos que eu pude comprar de imediato.

Para encurtar, neste post falarei apenas dos vinhos espumantes tradicionais, e deixarei para falar dos vinhos tranquilos em outro artigo.

Vamos ao rótulos de Espumantes:

VINHO ESPUMANTE BRUT BRANCO TRADICIONAL


O primeiro a ser degustado e que se tornou o mais "popular" aqui em casa foi o Espumante Pizatto Brut, simplesmente delicioso, e que na minha opinião agrada mais do que muitos espumantes Cavas e Prossecos que encontramos à venda por aqui.

Delicioso!

Já degustei várias vezes, e até já dei de presente!

Rótulo pontuado e premiado, recebeu 90 pontos do Guia Adega dos Vinhos Brasileiros 2013/2014; 90 pontos no Especial DOVV da Revista Adega, apontado com o melhor espumante DOVV; e foi Medalha de Ouro no Concurso Internacional de Vinhos do Brasil (CIVB, OIV).

Vinificado a partir do método tradicional (com segunda fermentação em garrafa), o mesmo método utilizado para a produção de Champagnes (método champenoise), permaneceu por pelos menos 10 meses em contato com as suas borras (sur lies) para adquirir mais sabor e estrutura, e mais 2 meses descansando em garrafa após o degorgement. 

De coloração amarelo claro com reflexos esverdeados, farta perlage fina, aromas de frutas vermelhas frescas, frutas cristalizadas e leve aroma de pão. Bom equilíbrio entre acidez e álcool, de corpo médio, refrescante e cremoso.

Nada mal!!!

VINHO ESPUMANTE BRUT ROSÉ TRADICIONAL


Provei de novo o Espumante Rosé Brut que eu havia degustado no curso, e confirmei a impressão que havia tido em sala de aula: apesar de os espumantes rosés não estarem entre os meus preferidos, achei este vinho bastante aromático, refrescante e agradável.

Delicioso!

Rótulo pontuado e premiado, foi Medalha de Ouro no Concurso do Espumante Brasileiro em 2013; 89 pontos da Revista Adega; e obteve 88-89 pontos em várias outras avaliações especializadas.

Vinificado a partir do método tradicional (com segunda fermentação em garrafa), permaneceu por pelos menos 9 meses em contato com as suas borras (sur lies) para adquirir mais sabor e estrutura, e pelo menos mais 1 mês descansando em garrafa após o degorgement. 

De coloração rosa clara, perlage fina, aromas de frutas cítricas, flores brancas  e leve aroma de pão. Bom equilíbrio entre acidez e álcool, de corpo médio, refrescante e cremoso.

E apesar de não serem um dos rótulos mais baratos, a boa qualidade desses espumantes definitivamente justifica e faz valer o preço:


Então, fico atento na próxima vez que for ao supermercado ou a uma loja de vinhos, e na próxima vez que for comemorar algo especial, permita-se provar um dos espumantes Pizzato!

E, pessoal, falo bem desses rótulos porque realmente gostei. Paguei pelos meus vinhos, não ganhei para fazer divulgação nem promoção, e os meus comentários são absolutamente sinceros e isentos.

29 de maio de 2016

O Vinho de Mesa no Brasil


O VINHO DE MESA brasileiro se diferencia do Table Wine nos EUA, do Vin de Table na França, do Vin di Tavola na Itália etc. por um único e importantíssimo detalhe: o Vinho de Mesa brasileiro engloba tanto os vinhos feitos de uvas viníferas quanto aqueles produzidos de uvas não viníferas, também chamadas de uvas americanas ou uvas de mesa.

Enquanto no resto do mundo o vinho, por definição, é a bebida obtida exclusivamente a partir da fermentação alcoólica do mosto de uvas viníferas, no Brasil o vinho é a bebida obtida a partir da fermentação alcoólica do mosto simples de uva sã, fresca e madura. 

Grande diferença!

Para distinguir um tipo de vinho (de uvas viníferas) do outro (de uvas não viníferas), convencionou-se que os primeiros são considerados vinhos finos, feitos de uvas finas, e o rótulo necessariamente conterá a palavra FINO: “vinho tinto seco fino”, “vinho rosado seco fino", "vinho branco fino seco” etc. 

O rótulo também pode conter a expressão "de mesa": "vinho tinto fino de mesa" , "vinho tinto de mesa seco fino" ou "vinho de mesa tinto fino" etc. porque antes de mais nada o vinho fino também é um vinho de mesa de acordo com a legislação brasileira.

Essa definição pode constar inclusive nos contra-rótulos dos vinhos importados, para adequação do produto à nossa legislação:



Contudo os vinhos produzidos com uvas não viníferas ou uvas americanas são identificados a partir da AUSÊNCIA da palavra FINO no rótulo, utilizando-se apenas a expressão “DE MESA”: “vinho tinto seco de mesa”, “vinho tinto de mesa suave”, "vinho rosado suave de mesa", "vinho branco de mesa suave" etc.

Estes são comumente apresentados nas versões seco (se contiver até quatro gramas de glicose por litro) e suave ou doce (se contiver mas de vinte e cinco gramas de glicose por litro).

São os famosos vinhos de garrafões, bem mais rústicos e simples que os vinhos produzidos a partir de uvas viníferas, facilmente encontrados em todo o país, especialmente nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste. 



Para mais detalhes leia o artigo O VINHO FINO E O VINHO DE MESA NO BRASIL (clique no link  para acessar).

Não vale, portanto, confundir o vinho de mesa nacional, e que pode ser produzido a partir de uvas não viníferas ou americanas, com o vinho de mesa encontrado no restante do mundo.

Complicado, né? Mas acho que se fosse fácil não seria tão interessante...

5 de maio de 2016

Giaretta Tannat 2013

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Degustado em 05/05/2016, São Paulo - SP.
 
Produtor:
Vinícola Giaretta
Vinho:
Giaretta
Uva(s):
Tannat
Safra:
2013
País:
Brasil
Região:
Serra Gaúcha
Preço:
$
Classificação:
*
Notas e observações:
 Não agradou, infelizmente. Espero ter mais sorte com a próxima garrafa.

26 de abril de 2016

Valmarino Merlot 2014

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Degustado em 26/04/2016, São Paulo - SP.
 
Produtor:
Valmarino
Vinho:
Valmarino Merlot
Uva(s):
Merlot
Safra:
2014
País:
Brasil
Região:
Pinto Bandeira (IP)
Serra Gaúcha - RS
Preço:
$
Classificação:
***
Notas e observações:
Foi bem com a refeição: lasanha de berinjela com filé de maminha.

9 de abril de 2016

Il Vino Venerable Cabernet Sauvignon 2005

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09/04/2016, São Paulo - SP
  
Produtor:
M
Vinho:
Il Vino Venerable
Uva(s):
Cabernet Sauvgnon
Safra:
2005
País:
Brasil
Região:
Rio Grande do Sul
Preço:
($ = 0 a R$ 100,00)
$
Minha Avaliação:
(de * a *****)
*
Ganhamos uma caixa fechada desse vinho recentemente. 
Todas as garrafas apresentavam rolhas ressecadas e esfareladas, indicando entrada de ar na garrafa. Safra 2005, bastante borra, talvez não pudesse ter sido guardado por 11 anos.
Congelamos para uso culinário.