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4 de outubro de 2016

Beaujolais Nouveau Rouge 2015, Mommessin


Eu sou fã dos vinhos Beaujolais, produzidos 100% com a uva Gamay em uma sub-região ao sul da Borgonha e ao norte da cidade de Lyon, na França, são vinhos com denominação de origem controlada (AOC - Appellation d'origine contrôlée em francês).

E adoro o Beaujolais Nouveau, consagrado o mais jovem de todos os vinhos, pois fica pronto para o consumo cerca de dois meses após a colheita (que ocorre entre os meses de agosto e setembro de cada ano). 

Por ser o primeiro vinho da safra, é recebido pelos franceses toda terceira quinta-feira do mês de novembro com grande festa, onde se lê e se ouve a frase Le Beaujolais Nouveaux est arrivée!!!

Se quiser saber mais sobre esse tipo de vinho, leia o artigo completo Vinho Beaujolais.

São leves e frutados, fáceis de beber e de harmonizar com as mais variadas refeições, de baixo teor alcoólico (10% a 13%), que devem ser servidos mais frescos, a temperaturas mais baixas, de 14°C a 15°C, e que devem ser consumidos até 01 ano após a safra, ou começam a perder o aroma de frutas, o seu frescor e ficam insossos. Isso mesmo, se você tem um Beaujolais Nouveau em casa, beba imediatamente! Nada de guardar!

E este vinho em particular, produzido pelo renomado produtor Mommessin, foi fermentado e brevemente envelhecido em tanques de aço inox, sem qualquer contato com madeira. Apresenta coloração rubi com de média intensidade com reflexos violáceos, aromas de frutas vermelhas com um leve floral, bom equilíbrio entre corpo (álcool) e acidez, de final ligeiro e gostoso.

Garrafa adornada de um belíssimo rótulo, e que muda a cada safra. 

À venda na Wine.com.br por R$ 95,00

18 de setembro de 2016

Marquis de Balmont 2012 Côtes de Bourg AOC 2012


Vinho com boa relação entre qualidade e custo do Produtor Maison Sovex Grands Chateaux feito com as uvas Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc (corte Bordalês).

A Maison Sovex Grands Chateaux foi criada por Justin Onclin em 1982, e ele tinha a pretensão de elaborar vinhos de bom valor que pudessem refletir os mais diversos e valiosos terroirs da grande região de Bordeaux. 

No ano de 2001 associou-se com os Woltner Frères, parceria da qual surgiu a Sovex Woltner.

Atualmente a Sovex Grands Chateaux é membro do cobiçado círculo dos principais comerciantes dos vinhos de Bordeaux, capaz de oferecer uma ampla gama de vinhos classificados em crescimento e nomes de renome da margem direita e esquerda (dos rios) da região.

Vejam só o peso desse time de vinhos nobres:


Vinho de coloração vermelho rubi intenso, aromas de frutas vermelhas, com taninos redondos e final persistente.

De excelente relação entre qualidade e preço, este vinho foi adquirido na Evino.com.br, por R$ 60,00.

15 de setembro de 2016

Château Saint-Roch Kerbuccio 2013, 95 pontos Robert Parker


Um blend perfeito feito pelo produtor Domaine Lafage, de Jean Marc Lafage, na região de Cabirou de Maury, no Roussillon, França.

Feito com as uvas Grenache Noir (60%), Syrah (30%) e Mourvedre (10%), maturado em tanques de concreto e tonéis de carvalho por 8 meses antes de ser engarrafado sem filtração.

Este é o terceiro vinho mais cotado do Maury (baseado no ranking dos críticos), que tem recebido mais prêmios do que qualquer outro vinho da região: a safra 2008 foi premiado com "Ouro do Concours Geral Agricole Paris", e foi premiado com 2 estrelas do Guia Hachette des Vins. 

E a safra 2013 recebeu uma pontuação de 95 pelo The Wine Advocate de Robert Parker: 

"Uma das melhores relações qualidade-preço que eu já encontrei em muito, muito tempo, produzida na mais nova denominação de origem Francesa, Maury Sec, no Roussillon. Maury é conhecido por sua produção abundante de vinhos doces mas este é totalmente seco, corte de 40% Syrah, 40% Grenache e 30% Mourvedre maturado em tanques e tonéis de carvalho por 8 meses antes de ser engarrafado sem filtração. Um vinho de grande intensidade oferecendo notas florais copiosas, amoras, mirtilos misturadas a sugestões de carvão vegetal. Terra queimada e pedras molhadas. Denso, encorpado com riqueza magnífica e taninos macios, este vinho belíssimo poderá ser consumido agora e durante 5 a 8 anos, talvez mais" Robert Parker
À venda por R$ 308,00 na Wine Hunter.com.br Bebidas de Luxo, por R$ 308,00 na Loja Espaço DOC.com.br, e por R$ 290,00 na Via Vini.com.br.

Caro, né? Nem vou comentar, então, que mundo afora esse vinho é vendido por USD 16.00, em média.

Mudando de assunto:

Vocês notaram...

...que a informações que eu postei sobre o corte (Grenache 60%, Syrah 30% e Mourvedre 10%), e que eu tirei do contrarrótulo do vinho, não coincidem com os percentuais informados pelo crítico (corte de 40% Syrah, 40% Grenache e 30% Mourvedre)? Fica a pergunta: está certo ele, ou a importadora que fez o contrarrótulo atendendo à legislação brasileira?

E vocês sabiam que...

...os vinhos feitos de Grenache - Syrah - Mourvedre - conhecida pela sigla GSM - são a especialidade do Vale do sul do Rhône, na França?

Grenache e Syrah são fundamentais naquela parte do mundo, e que neste rótulo são complementadas com adição de Mourvedre: uma importante casta, mas um pouco menos famosa. 

Vinhos GSM, e que foram prontamente aprovadas pelo Novo Mundo, são ricos, encorpados e coriácio, e são caracterizados por aromas e sabores de frutas escuras e especiarias.


12 de setembro de 2016

Cadet d'Oc Syrah 2014 Baron Philippe de Rothschild


Delicioso vinho produzido pela consagrada família bordalesa Baron Philippe de Rothschild, este Syrah da linha Cadet d'Oc expressa perfeitamente bem as características da uca e do terroir de Pays d'Oc IGP, na região de Languidoc-Roussilan.

Talvez não exista um enófilo sequer que não tenha ouvido falar da dinastia Rothschild, Este nome tem sido um símbolo de poder incontestado, riqueza e poder na França. 

A vinícola Baron Philippe de Rothschild é uma das mais famosas do mundo, um verdadeiro símbolo de Bordeaux. 

Os prestigiados vinhos Philippe Rothschild estão incluídos na categoria de prestígio Premier Grande Cru de Bordeaux, categoria que foi fundada pelo próprio Barão, que depois de muita luta alcançou o seu reconhecimento e a assinatura do Decreto que conferiu essa classificação ao vinhos do Château Mouton Rothschild.

O Baron Philippe Rothschild era um verdadeiro revolucionário na produção de vinho. Foi o primeiro a perceber a necessidade de produção e engarrafamento de vinho diretamente na propriedade para garantia de melhor qualidade, construindo a "Big Warehouse", com  100 metros de comprimento, e que atrai a admiração de todos os turistas e visitantes da propriedade Rothschild. 

Não por menos, os vinhos Rothschild estão entre os melhores e mais caros vinhos do mundo, a receber a nota máxima dos críticos, especialistas e agências de rankings internacionais.

Os vinhos econômicos da linha "Cadet d'Oc" de Baron Philippe de Rothschild são projetados para revelar as características varietais da casta e do terroir de Languedoc-Roussillon, em combinação com uma longa tradição de viticultura e enologia.

E os vinhos Cadet d'Oc Syrah têm aromas de fruta fresca, força e suavidade no sabor

Após a fermentação tradicional o vinho é envelhecido em barricas de carvalho francês.

De cor rubi escuro com reflexos púrpura, aroma dominado por notas de ameixas e cerejas maduras, entrelaçada com notas de especiarias, cânfora e pimenta. Nuances sutis de algodão doce deixa uma agradável sensação de doçura. Na boca, tem boa acidez e tons ricos de fruta suculenta, taninos macios marcados com notas de pimenta no final curto e seco.

Harmoniza com medalhões de carne, costeletas de porco, panquecas, lasanhas, frito e recheado com legumes, queijo duro.

Comprado na Wine.com por menos de R$ 60,00;

Quel grand honneur!!!


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30 de agosto de 2016

Toison d'Or Prestige Merlot 2011, Pays d'Oc

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Cris Spinola Faria
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Vinho tinto comprado na Evino.com por R$ 41,00, do produtor Fiée Des Lois (FDL), da região de Languedoc-Roussilon (ou região de Pays d"Oc), feito com 100% da uva Merlot.

De coloração vermelho rubi com reflexos violáceos, com aromas de frutas vermelhas maduras e especiarias picante (pimenta do reino).

Vinho econômico frutado, bem balanceado, simples, fácil de beber, e pode tranquilamente ser uma excelente escolha para acopanhar os mais variados pratos do dia-a-dia.

Vinho gostoso.

Excelente relação custo x benefício.

21 de agosto de 2016

Grande Renaissance Sauternes AOC, 2013

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No Domingo almoçamos em um restaurante japonês e pedimos Tempurá de Sorvete de sobremesa, e para acompanhar escolhemos este rótulo de vinho doce.


Produzido pela vinícola Château La Fleur, na sub-região de Sauternes, em Bordeaux, na França, feito com as uvas Sémillon (69%), Sauvignon Blanc (28%) e Muscadelle (3%) atingidas pela chamada "Podridão Nobre", provocada pelo fungo Botrytis cinerea, e que estagiou de 8 a 10 meses em barricas de carvalho.

Quando este fungo ataca as uvas há perda de água (desidratação) e consequente concentração de açúcar e de outros compostos sólidos na fruta, o que garante uma doçura natural (maior nível de açúcar residual) e de complexidade ao vinho.

De coloração amarelo dourado pálido, com aromas de mamão maduro, laranja, nozes e mel. Na boca apresenta aromas de frutas secas como damasco e tâmaras, discreto floral de laranjeira, e aroma fragrante de mel. Na boca é intenso, untuoso, com um delicioso final adocicado de persistência média.

Vinho delicioso, leve, fresco e nem um pouco enjoativo, que harmonizou super bem como a nossa sobremesa a base de sorvete.

Comprado na Wine.com por R$ 59,50, garrafa de 375ml (metade da garrafa tradicional, com 750ml de volume).

19 de agosto de 2016

Maison Champy Chablis AOC 2013

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O Chablis AOC é um vinho branco seco (beeeeeeem seco) e fresco, feito com 100% da uva Chardonnay, com boa acidez e sem passagem por madeira, produzido na famosa e aclamada sub-região de Chablis, localizada a Noroeste de Borgonha.

Adoro os vinhos Chablis, e lamento que sejam poucos os rótulos que cheguem ao Brasil, e ainda por cima por preços tão caros!

Este vinho, por exemplo. é o segundo Chablis mais simples na ordem de complexidade: o mais simples é o Petit Chablis; depois o Chablis (ou Chablis AOC); o Chablis Premiere Cru; e por fim temos o Chablis Grand Cru, o mais complexo e caro de todos.

E este rótulo especificamente, do produtor Maison Champy, não é amplamente conhecido entre os vinhos de Chablis, vem ganhando popularidade desde o último ano, e foi adquirido na Via Vini.com por R$ 118,00 (preço promocional, porque o valor original anunciado seria R$ 170,00).

E claro que o preço vale a pena!

Vinho delicioso!

De coloração amarelo palha pálido com reflexos dourados, com aroma de frutas maduras como abacaxi e pêssego e um mineral bem acentuado, levemente untuoso na boca, macio e com final de média persistência. Vinho jovem e expressivo, que já está pronto para ser degustado.

Em termos de harmonização, o Chablis comum ou Chablis AOC vai muito bem com ostras frescas, e é inclusive carinhosamente chamado de "o vinho da ostras", e também vai muito bem como mariscos em geral, caranguejo e lagosta.

Experimente e me conte depois, ok?

15 de agosto de 2016

O Borgonha Branco Pouilly-Fuissé AOC

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Você sabia que 60,5% da produção total da Borgonha, na França, é de vinho branco, e a maioria é feito com a uva Chardonnay?

Dado interessante, não?

Dentre os chamados "Borgonhas Brancos", merecem destaque os vinhos Pouilly-Fuissé, Appellation d'Origine Contrôlée (AOC) dos vinhos produzidos na sub-região Mâconnais, localizada nos municípios de Fuissé, Solutré-Pouilly, Vergisson e Chaintré, e que tem a Chardonnay como única variedade de uva.


A área costumava ser conhecida simplesmente como "Pouilly", mas quando as leis AOC foram introduzidas, há 80 anos, em 11 de setembro de 1936, foi dividida em três Sub-regiões: Pouilly-Fuissé, Pouilly-Loché e Pouilly-Vinzelles.

Pouilly-Fuissé é a parte mais conhecida do Mâconnais, mas não há vinhedos Premier Cru dentro dessa AOC porque os produtores locais não aplicarem para receber essa denominação quando a legislação estava sedo regulamentada e a AOC Pouilly-Fuissé estava sendo criada.

Apesar da falta de classificação oficial dentro da AOC, alguns Climats e Terroirs dentro de Pouilly-Fuissé tem melhor reputação do que outros, e essa diferença aparece no preço do vinho.


É um vinho claro e refrescante, delicado, e muitas vezes mostra uma clara influência de carvalho.

Excelente Chardonnay!

E para quem aprecia esse autêntico Borgonha Branco, sorte nossa, porque estes vinhos são vendidos em média por muito menos do que os vinhos brancos da Côte de Beaune rumo ao Norte da Borgonha, onde está situada a Região de Chablis.

Se encontrar esse vinho por aí, não deixe de apreciar. Pra quem gosta de um bom exemplar de Chardonnay, vale muito a pena :-)

7 de agosto de 2016

Pouilly-Fuissé Grande Réserve 2013, Calvet

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Partindo em viagem de férias, compramos este rótulo de Pouilly-Fuissé AOC do produtor Calvet por USD 36 no Dutyfree em Bogotá, Colômbia, e resolvemos degustá-lo no restaurante a la carte de comidas Caribeñas Yuca, no Catalonia Bávaro Beach, Golf & Casino Resort em Punta Cana, República Dominicana, onde estávamos hospedados.

Chardonnay delicioso, irretocável!

Vinificado pelo método tradicional, as uvas são prensadas após a colheita, e a fermentação alcoólica ocorre a uma temperatura baixa (cerca de 20° C). O vinho é rapidamente acumulado, filtrado e engarrafado.

Apresenta coloração amarelo dourado com reflexos esverdeados, aromas complexos, com notas frutadas e de noz, características da casta. Na boca é marcado por um calor harmonioso combinando riqueza, vivacidade e persistência aromática.

Melhor se apreciado a 8-10 ° C.

Foi a opção correta para acompanhar os nosso pratos de comida Caribeña a base de peixes e carnes brancas, pois harmoniza perfeitamente com peixes, frutos do mar, massas e carnes brancas.



16 de julho de 2016

Les Ormes de Cambras Cabernet Sauvignon 2014, Pays d'Oc


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Era festa de aniversário de um colega de escritório, almoço com Susuru (comida típica de Alagoas com frutos do mar) e feijoada.

A Heineken longneck reinava absoluta na festa, mas eu escolhi provar este rótulo de Cabernet Sauvignon que eu havia levado de casa, e dividi com outros dois amantes do vinho.

Gostamos bastante, estava muito bom!

De cor vermelho rubi com reflexos violáceos, aromas de frutas negras frescas com pimenta preta. De corpo médio e taninos marcantes de boa textura.

Os vinhos do Grupo Castel sequem sendo uma excelente opção de bons vinhos econômicos.

Degustado em 16/07/2016, São Paulo - SP.
Produtor:
Grupo Castel
Vinho:
Les Ormes de Cambras
Uva(s):
Cabernet Sauvignon
Safra:
2014
País:
França
Região:
Languedoc-Roussilan (Pays d'Oc)
Fechamento:
Rolha sintética
Preço:
R$ 39,90
Comprado em:
Evino
Minha Avaliação:
(de * a *****)
***
Notas e observações:
Adorei, um excelente Cabernet Sauvignon de Pays D'OC.

6 de julho de 2016

Degustação de Malbec de Cahors x Malbec de Mendoza na ABS-SP

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A uva Malbec não é a minha uva preferida, mas está entre as que eu gosto muito.

E se for um Malbec argentino, então, aí eu já vou com a certeza de que muita coisa boa sairá da garrafa.

Opinião há muito formada, e que ontem me surpreendeu.

Em uma degustação às cegas na ABS-SP de 06 vinhos Malbecs, sendo 3 provenientes da região de Cahors, na França, terra onde a Malbec nasceu, e outros 03 provenientes de Mendoza, na Argentina, terra onde a Malbec tem fama de ter se dado muito bem (e até melhor), adivinhem só?

Com as 06 taças à minha frente, e tendo que adivinhar os vinhos escolhi o segundo, o terceiro e o quarto como os meus preferidos, de acordo com o meu paladar - e independentemente da longa discussão sobre os vinhos já estarem ou não estarem maduros e prontos para serem bebidos.

BINGO! eram argentinos!

Gostei bastante do primeiro também, o "Le Malbec de Cayx", vinho de coloração rubi de intensidade média (atípica para a uva), mais ácido que os demais e de gradação alcóolica menor, sem estágio em barricas de carvalho (o único da noite), vinho leve e gostoso. Vinho perigoso, porque eu beberia fácil fácil várias tacinhas sem cansar e sem querer trocar de vinho...

Enfim, adorei o primeiro... mas preferi mesmo os argentinos...

Parabéns Hermanos! a boa fama dos Malbecs que vocês produzem não é à toa, não!

Agora, JUSTIÇA SEJA FEITA: apesar de não agradarem o meu paladar (e isso é personalíssimo), os Malbecs de Cahors eram mais complexos, tinham taninos mais marcantes e macios, o que faz com os franceses sejam, então, melhores tecnicamente falando.

E o vinho número 06, de 2004, com 12 anos de idade, simplesmente não mostrava evolução alguma nem na cor ou no halo, cor aliás que era idêntica à cor dos outros 04 vinhos anteriores, à exceção do primeiro, que era clarinho, e escondeu a idade do vinho. Mas o que a cor escondeu, os aromas revelaram: havia complexidade e muitos níveis e camadas de aromas naquela taça. E os taninos, tão macios e elegantes...
Vamos aos rótulos:

Produtor Château de Cayx, vinho Le Malbec de Cayx  2011.
De Cahors, França. Importado pela Mistral, à venda por R$ 164,50.
Adorei, muito bom, leve, gostoso e fácil de beber. Os aroms mudaram muito na taça. 
Recomendo.
  

Produtor Finca Sophenia, vinho E.S. Vino Reserve Malbec 2013.
De Mendoza, Argentina. Importado pela Tahha Vinhos, à venda por R$ 98,00.
Adorei!! Recomendo.


Produtor Mauricio Lorca, vinho Lorca Poético Malbec 2011.
De Mendoza, Argentina. Importado pela Viníssimo, à venda por R$ 152,00.
Adorei!! Recomendo.

Produtor Bodegas Nieto Senetiner, vinho Don Nicanor Malbec Barrel Select 2013.
De Mendoza, Argentina. Importado pela Casa Flora, à venda por R$ 156,00.
Adorei!! Recomendo.


Produtor Château du Cédre, vinho Château du Cédre Malbec 2008.
De Cahors, França. Importado pela World Wine, à venda por R$ 215,50.
Vinhão. Mas, de todos os vinhos, da noite, este foi o que menos me interessou (de novo, gosto é pessoal!) .


Produtor Domaine de Lagrézette, vinho Château Lagrézette Malbec 2004.
De Cahors, França. Importado pela Decanter, à venda por R$ 336,00.
Vinhão. os aromas eram ricos e complexos. Taninos presentes e muito macios.
Recomendo"

Vejam só a cor desse vinho na taça:


2 de julho de 2016

Maison André Delorme, Crémant de Bourgogne Brut

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Ferido em combate durante a Segunda Guerra Mundial em 1942, André Delorme retornou para a Borgonha e fundou sua própria vinícola, e não tardou para que os espumantes de boa qualidade que produzia começassem a fazer sucesso.

A boa fama e reputação só aumentaram, e a partir de 2005 a vinícola passou a ser administrada por Eric Piffaut, diretor da Veuve Ambal. Cresceu ainda mais ganhou força com a chegada do produtor Laurence Daniel e da enóloga Nadine Glubin à vinícola.

Atualmente a vinícola Maison André Delorme auxilia outras duas vinícolas, sempre buscando imprimir o padrão de qualidade pelo qual ficou reconhecida em todas as produções.

Este vinho saborosíssimo, de linda e persistente perlage, passou por fermentação maloláctica em cubas de inox, seguida de segunda fermentação de 18 meses em garrafa, seguindo o método tradicional de vinificação de espumantes, o mesmo utilizado em Champagne e chamado de método Champanoise.

Degustado em 02/07/2016, São Paulo - SP.
 
Produtor:
Maison André Delorme
Vinho:
Crémant de Bourgogne Brut
Uva(s):
Pinot Noir, Chardonnay, Gamay e Aligoté.
Safra:
--x--
País:
França
Região:
Bourgogne
Fechamento:
Rolha de cortiça
Preço:
R$ 125,00
Comprado em:
Minha Avaliação:
(de * a *****)
***
Notas e observações:
Um espumante da Borgonha para quem gosta de Champagne.

24 de junho de 2016

Domaine Galaman 2013, AOP Fitou

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Sugestão do Sommelier Fabiano Aurelio, do RUBI WINE BAR, o Domaine Galaman agradou bastante.

Produzido com um corte das uvas Carignan, Grenach e Syrah, passa por estágio de 12 meses em cuba de inox, apresenta coloração rubi de média intensidade, aromas de frutas vermelhas, de alcaçus e de um leve tostado que eu não pude identificar.

Vinho pontuado, recebeu 90 pontos pelos críticos do Robert Parker.

Degustado em 24/06/2016, São Paulo - SP.
 
Produtor:
Select Vins
Vinho:
Domaine Galaman
Uva(s):
Carignan, Grenach e Syrah
Safra:
2013
País:
França
Região:
Languidoc, AOP Fitou
Fechamento:
Rolha de cortiça
Preço:
R$ 99,00
Comprado em:
Rubi Wine Bar
Minha Avaliação:
(de * a *****)
***
Notas e observações:
Adorei, muito bom.

15 de junho de 2016

Grupo Castel, Roche Mazet Cabernet Sauvignon 2014 Pays D'OC

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Cris Spinola Faria
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A minha missão não é nada fácil:

Preciso desenvolver e aprimorar os meus sentidos e as minhas percepções sensoriais em poucos meses para conseguir identificar, em uma degustação às cegas, qual a cepa predominante do vinho que está sendo provado, de onde ele vem (Velho Mundo? Novo Mundo?), e se é um vinho econômico ou um vinho de qualidade superior.

Parece difícil, né? E é mesmo.

Bem, para começar a brincadeira escolhi um varietal de Cabernet Sauvignon de Pays D'OC, o Roche Mazet Cabernet Sauvignon do Grupo Castel.

Cor rubi de intensidade média, aromas primários de cereja negra e groselha, aromas secundários leves de herbáceo, e aromas terciários de baunilha, provenientes do curto estágio do vinho em barricas de carvalho francês. Vinho seco com acidez média, álcool médio e taninos médios e suaves.

Vinho muito bom, suave e macio, para consumo imediato e bem fácil de beber.

Para aqueles que acham que todo Cabernet Sauvignon é super encorpado, muito pesado, muito tânico e até enjoativo, sugiro provarem este vinho.

Adorei e recomendo.

Degustado em 15/06/2016, São Paulo - SP.
 
Produtor:
Grupo Castel
Vinho:
Roche Mazet
Uva(s):
Cabernet Sauvignon
Safra:
2014
País:
França
Região:
Languedoc - Roussillon
Fechamento:
Rolha de cortiça
Preço:
R$ 40,00
Comprado em:
Minha Avaliação:
(de * a *****)
***
Notas e observações:
Adorei, excelente exemplar de Cabernet Sauvignon de Pays D'OC.